quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Histórias de outros povos


No momento estamos envolvidos com contos de outros povos : persas, japoneses, indianos e russos. As nossas pesquisas e  descobertas sobre as características  de cada  povo  e a relação com suas histórias logo serão apresentadas pelos grupos para a classe e o resultado desse trabalho será divulgado aqui! Aguardem!



Leitura de contos do mundo todo
Objetivos
·         Ampliar o repertório literário
·         Favorecer a troca de experiências de leitura
·         Fazer com que os alunos observem características dos contos lidos por eles, ouvidos na leitura coletiva e comentados pelos colegas.
·         Produzir textos a partir das características do conto referente a um determinado povo escolhido.
Conteúdos
·          Leitura
·          Identificação de elementos que compõem os contos
·          Análise das características de textos produzidos em diversos países.
·         Pesquisa de características culturais, geográficas e históricas dos povos persas, indianos, japoneses e russos.

Material

Livros de contos trabalhados:

·   Ielena, a sábia dos sortilégios (russos).
·   Histórias tecidas em seda (japoneses)
·   A árvore que canta, o pássaro que fala e a fonte que rejuvenesce (persa)
·   As quatorze pérolas da Índia (indiano)





Ao comparar e analisar histórias russas do livro Ielena, a sábia dos sortilégios, percebemos  que essas narrativas possuem as seguintes características:


 Contos russos
  •  São cheios de bruxas, animais falantes, homens tolos de todas as idades   e os sábios.
  • Na maioria das histórias, os animais são ajudantes ou consultores para os seres humanos.
  • Nas histórias russas não aparecem fadas só pessoas que ocasionalmente aparecem e ajudam os seres humanos .








Grupo: Gabriela, Giulia, Guilherme e Helena


Nos contos japoneses   do livro Histórias tecidas em seda , levantamos as seguintes características:

·        Kami  é um deus japonês  que influencia os contos japoneses, é uma alma, uma divindade. Os ocidentais (nós) não o entendemos como Deus.

·        Os contos japoneses receberam grande influência do budismo e xintoísmo, religião presente na origem da mitologia japonesa.

·        Os heróis nascem de uma forma milagrosa, às vezes ele nasce da própria natureza, está integrando a ela.

·        O mal é representado por Oni um demônio japonês ou um monstro que  ameaça a tranquilidade dos humanos.


·        Há muito, muito tempo, num lugar remoto... "Assim começam diversos contos e lendas japonesas, narradas oralmente, geração para geração, há muitos anos."

·        Contam histórias de pessoas simples,  com temores e com desejos. Guardam a esperança de uma vida melhor e buscam a descoberta  interior.

·        Fadas  típicas dos contos de origem européia, são substituídas por uma força mágica ou por seres sobrenaturais que trazem mensagens e  recompensas.

·        Forte presença de personagens idosos nas lendas, o ojissan e o obaassan (o  velhinho e a velhinha). As bruxas aparecem mais  como um espírito da floresta, um Yamauba.



Grupo: Luiza, Mateus, Pedro Paulo Thiago e

Em  As 14 pérolas da Índia fizemos as seguintes observações a respeito das características desse tipo de contos:


  • Nas histórias indianas aparecem muitos nomes de deuses  de sua religião;
  • Os contos indianos destacam os valores, os sacrifícios, as recompensas e os próprios castigos da moral da cultura indiana; 

  • São  histórias normalmente  curtas, mas com o vocabulário rico;

  • Relatos singelos aparecem frequentemente nos discursos dos sábios orientais;


  • São pequenas histórias de simbolismo e cheias de sabedoria;

  • Uma curiosa característica dos contos indianos é  que é uma narrativa de trama peculiar cujas personagens contam contos entre si, se encaixam  um nos outros, mantendo constantemente o suspense no leitor.
  • O moralismo é outra  característica quase constante nas histórias indianas. Os contos são na maioria das vezes entendidos como "histórias de proveito e exemplo".



Grupo: Jade, João Victor, Juliana,  Lívia, Lívia Bin




Quer conhecer as características dos contos persas? Assistam ao vídeo e aguarde as próximas postagens!



E para ficar com mais  vontade de ler, aproveite as dicas!

link: http://www.youtube.com/watch?v=Q8b0Vka8tL0%20&%20NR%20=%201

Vejam as características que identificamos ao ler o livro A árvore que canta, o pássaro que fala e a fonte que rejuvenesce

*                Os contos árabes são passados de pais para filhos sem autoria definida.               
*                Esses contos também são considerados fábulas mágicas.
*                Neles se apresentam diálogos entre a natureza e os seres humanos.
*                Eles transmitem mensagens de pungente amizade.
*                Às vezes, esses contos apresentam uma pitada de humor.
*                Alguns são considerados fábulas mágicas e também têm um fundo moral. Fazem-nos ter preciosas reflexões sobre a tolerância religiosa.  Mostram-nos o preço de querer levar vantagem em tudo. Também nos mostram a importância da humildade e do respeito aos idosos.
*                Os árabes são movidos por uma cultura muito violenta, seus contos mostram isso.
*                Na Arábia os contos nos mostram como o povo não tem essa noção de paz que nós temos. Mostram a sede de vingança, a falta de piedade, já que o país é cheio de guerras.


Grupo: Beatriz Calheta, Beatriz Perrone, Clara e Glória

Veja os textos que produzimos:


A felicidade

Muito antigamente, anos depois da formação da Índia, quando os brâmanes estavam no topo da sociedade assim como os faraós no Egito, uma menina morena como jambo, com olhos marrons como terra molhada e cabelo preto como carvão acabara de nascer, filha de um sacerdote e uma sacerdotisa muito aclamados. Após seu nascimento, sua mãe morreu. O pai cuidou de Maya (pois esse era o nome da pequena criança) até seus dois anos. Mas sentia muito a falta da sua esposa. E pressentindo que iria morrer de tristeza, a abandonou.
       Maya foi deixada na porta de um brâmane de Dandakanya. Esse sacerdote, Calibri, a treinou e cuidou dela como se fosse sua própria filha.
       A menina, a cada dia que passava, se mostrava mais astuta e corajosa. Calibri pressentia que ela estava pronta. Marcou uma meditação no templo Shayu, que ficava em Noren. Estranho, não? Mas é que o sacerdote achou que para o bem de sua aprendiz eles deveriam mudar de cidade. Mas... Continuando, Maya ficou feliz. Adorava a paz daquele lugar às margens do Indu, atrás de altas montanhas cobertas de neve.
       -Mestre, por que dessa meditação?
       -Maya, para terminar seu treinamento, você deve me responder uma pergunta.
-Só uma?-interrogou a jovem, estranhando a gentileza do mestre.
-Não é tão fácil assim. -disse o mestre - Minha filha, diga: como atingir a felicidade?
A garota ficou pensativa. Como atingir a felicidade suprema, achar a chave da felicidade?
O mestre resolveu deixar a jovem sacerdotisa em paz, para meditar sobre o assunto. Maya, com vergonha e desesperada por achar que não sabia, não era digna de seu posto, recorreu ao pior: Mara, o deus da mentira.
Muitos consideravam a caverna de Mara como a “caverna do diabo”.
-Olha o que temos aqui?
-Desculpe te interromper, mas preciso de ajuda. Vou ser bem direta e objetiva: como encontrar a chave da felicidade?
Mara sorriu, discretamente. Disse à jovem que a felicidade estava na mentira. Para comprovar o que dizia, ele mostrou um homem que gastara o dinheiro de sua família em jogos. Em vez de falar a verdade, o senhor disse que foi assaltado, e a mulher em vez de brigar com o marido, abraçou-o forte por um longo tempo.
-Viu?- disse o deus da mentira.
-Mas que maravilha! Muito obrigada, mestre!
Que pena que ela não ficou lá mais um pouco, porque algum tempo depois, a esposa descobriu a mentira do marido, e expulsou-o de casa, sem nem lhe dar roupas, comida ou coisa do tipo.
Ao voltar para Noren, Maya disse para seu mestre o que “descobriu”.
-Finalmente, mestre! Eu descobri! A chave para a felicidade é a mentira!
O mestre tonteou, ficou um pouco chocado, e disse:
-Eu existo para que, não é mesmo?-Parece que estou sempre destinado a errar. Primeiro Son Juan, depois você.
-Son Juan?-Maya não estava entendendo nada
-Son Juan foi seu pai, ele morreu e te abandonou comigo. Eu o avisei que cuidaria bem de você e dessa vez não fracassaria. Seu pai, quando aprendiz, ao fazê-lo essa pergunta, mesmo tentando, desistiu. E desapareceu. Ele foi ser discípulo de um dos meus adversários de muito. E o ingrato, depois de fazer o caminho do mal, apesar de ter se tornado um brâmane, teve a coragem de voltar à minha casa, deixar uma menina para sustentar em meus braços, e morrer na minha frente!-ele confessou tudo, não se esquecendo de nada do passado sombrio da garota e a deixando parada, com a boca aberta, sem saber o que pensar.
As imagens do que acabara de ouvir estavam e passavam repetidas vezes na sua cabeça. Começou a chover, mas Maya não ligou. Estava envergonhada e também meio tonta com tudo o que estava acontecendo. Não se esquecendo de que precisava de respostas. E se tentasse o caminho contrário de Mara?Não Brahma, claro, mas sim... Buda. Por sorte, Buda estava em uma cidade que ela nunca tinha ouvido falar: Dandakanya.
Ao chegar ao seu destino, a menina viu alguma coisa de familiar naquele lugar. Não foi difícil saber onde ele estava. Todos respeitavam e adoravam o mestre. Ele estava numa floresta a céu aberto, meditando. Como era de costume se sentar ao lado de seu mestre se o via meditando, ela o fez com Buda.
-Minha jovem, sinto uma perturbação em seu coração. Feche os olhos e me diga sobre a última vez que esteve aqui.
Maya voltou a serrar os olhos. De repente viu uma pequena e graciosa menina brincando com seu pai, já sem forças. Os dois estavam num jardim cheio de rosas, brancas e roxas. Um clarão se libertou dentro de si, uma coisa que ela só havia sentido antes na ocasião que “viu”.
-Isso é a felicidade. Essa garota é você. Já deve saber da morte de seu pai e que ele te deixou com Calibri, mas creio que não sabe que sua mãe teve morte pós-parto. Não, a felicidade não está na meditação, mas sim dentro de nós mesmos.
Despediram-se, e a menina seguiu seu caminho. Afinal o mestre não tinha fracassado, e ela precisava contar isso para ele. Ela chegou lá, contou tudo ao seu mestre, pediu desculpas e por tudo isso, ele lhe concedeu o direito ao casamento. O casamento de Maya e Ábili foi muito bom.
Um mês depois, após sua lua de mel, ela, agora mulher, estava pronta para sua primeira visão.
Ela retornou ao templo Shayu com Calibrí e os dois se puseram a meditar por horas que para ela se pareciam séculos. Ela estava sem sequer um sinal. Mas se lembrou da sua meditação com Buda, seu pai... Pois é, ela era uma menina de sorte. Aí, de repente, a visão:
-Estou grávida!
  
Beatriz Calheta


 
                                                   Hamiki

Há muito, muito tempo, num lugar distante, montanhas e árvores cercavam a casa da família do Imperador Kamiki.
        Hamiki, uma oriental magra com os olhos cor da terra com uma pele tão branca quanto a neve andava com um belo sorriso no rosto procurando por Kashimi, sua ave de estimação:
        --- Kashimi!  Sua danada! Volte aqui!
E com seu chinelo oriental caminhava sobre toneladas e toneladas de neve em busca de sua mascote.
Ao anoitecer, Hamiki foi presenteada pelo seu pai, o Imperador.
Aproximando-se da garota ele disse que aquele presente embrulhado numa caixa estampada com lindas flores orientais era uma coisa muito valiosa.
Hamiki, morta de curiosidade, abriu a caixa e deu de cara com o colar do Imperador (pra quem não conhece é o colar da magia) e agradeceu muito o pai que logo foi dizendo assim:
--- Esse colar te protegerá, mas se cair nas mãos de Oni, o demônio, o Japão inteiro sofrerá.
Ouvindo as palavras do pai, Hamiki foi se deitar.
No dia seguinte, a jovem foi passear no bosque e foi surpreendida por Oni que lhe arrancou o colar e fugiu desesperadamente.
Hamiki, que não era boba nem nada, o seguiu e andou por 40 dias e 40 noites.
Ao chegar perto de uma árvore, viu um velho meditando ao qual foi correndo atrás para saber como recuperar o colar:
--- Senhor! Senhor! Ajude-me! -disse Hamiki - Oni roubou o meu colar do poder!
--- Querida se acalme! -disse o sábio - Ande por mais 40 dias e 40 noites, que encontrará alguém que possa e vai estará disposto a te ajudar a recuperar o amuleto...
A garota, ouvindo as palavras do velho sábio, andou por mais 40 dias e 40 noites, chegando numa região montanhosa.  Encontrou um rapaz que junto com ela derrotou Oni e depois, em forma de agradecimento, pediu a mão de Hamiki em casamento.
Depois de um ano eles tiveram gêmeos e viveram felizes para sempre no palácio do Imperador.
Beatriz Perrone



  A Montanha Mobily

     Há muito, muito, muito tem atrás existia uma menina chamada Akemi que vivia com seu irmão Yuddi. Eles moravam em Tókio, sem os pais. Akemi tem 15 anos e seu irmão 10.
     Eles são muito pobres, mas em compensação eles são adoráveis, meigos e engraçados. A melhor amiga de Akemi é Kaory.
         Um dia, Akemi ouviu um boato que Tókio inteira estava comentando. Era sobre a Montanha Mobily. Diziam que ela era enfeitiçada.
     Do jeito que ela era curiosa, quis se aprofundar mais no assunto.
     - Vamos lá!  Vamos investigar mais este assunto!- Disse Yuddi.
     - Não! É muito perigoso!- exclamou Kaory
     - Ela tem razão, mas quem liga para isso vamos!!!!
     Depois de toda essa discussão, concluíram que iriam sair amanhã de manhã, e iriam ir embora amanhã mesmo.
     Depois de 3 horas, chegaram lá na Montanha. Viram  uma luz muito clara querendo os guiar e um lindo cachorro peludo latindo para eles se comunicarem com o Santo Deus  Gigas para ele os explicar o que está acontecendo com a montanha de Tókio.
     - Meus queridos sejam muito bem vindos a minha montanha! Ela entrou em um estado de pânico e eu, Deus Gigas não sei o que fazer! Vocês sabem o q eu posso fazer!?!
     - Sim, eu acho que sei o que eu posso fazer algo, podemos conversar com ela e ver no que vai dar.- diz Yuddi
     - Acho que não vai dar certo, nenhuma montanha fala!-diz Kaory
     - A mais é claro que fala pelo menos essa fala! Quer ver? Ó montanha gloriosa, diga-me um “Oi”.
     - Ola meu Rei, o que quer?- disse a montanha em uma voz grossa.
     - Uau! Isso é impressionante!
     - E não é?
     Depois de toda essa conversa, finalmente chegou á tarde e Yuddi, Kaory e Akemi, tiveram que voltar para casa. Eles amaram aquele passeio e queriam ficar lá para sempre ate o fim da vida deles.
     Chegando lá em Tókio novamente, não pararam de falar sobre aquele passeio inesquecível da vida deles!
     - Eu amei aquele passeio irmã, quero voltar lá mais vezes!!
     - Nós voltaremos um montão de vezes!


                                               Lívia Bin
    



O pássaro

            Há muito, muito tempo, num lugar muito distante, havia um lindo casal que morava na beira de um lago. Kisuki era forte, valente, corajoso, e ao mesmo tempo, simpático, simples e principalmente feliz porque vivia na companhia de sua kania (esposa) Kioto.
        O amor do casal era tão grande que em pouco tempo Kioto engravidou de uma linda menina. Oni, um demônio japonês que ameaçava a traquilidade e a paz dos humanos, descontente com a felicidade do casal, então, com os seus poderes sobrenaturais fez com que um terremoto fizesse Kioto que estava perto do lago perder o equilíbrio e cair dentro do rio. Kisuki correu ao encontro da amada, pois ela não sabia nadar, mas foi tudo em vão, pois àquela altura sua esposa já havia morrido.
        Kami, o Deus da paz e harmonia, triste com a separação do lindo casal, fez com uma vez por ano a alma de Kioto ficasse na forma de um pássaro, e pudesse apreciar o pôr do sol ao lado de seu amante.
Giulia


                    
           

O amor proibido de Hoyoko

Há muito tempo na Dinastia Mingi Japonesa, vivia uma bela princesa muito mimada chamada Hoyoko. Hoyoko tinha tudo o que queria, exatamente na hora em que queria. O reino de Hoyoko era onde hoje é Tókio.
            Em um belo dia de sol, o rei Kyoro (pai de Hoyoko) decidiu fazer uma vistoria geral em seu palácio. O rei começou pela sala dos tesouros, onde a espiã Kamiko (do reino vizinho governado pelo guerreiro Seeyko) queria roubar os tesouros do rei Kyoro. O rei avisou aos guardas, mas Kamiko conseguiu que Hoyoko entrasse na sala. Kamiko avançou para debaixo do armário de diamantes e esmeraldas. Quando os guardas entraram de arromba na sala, confundiram Hoyoko com a espiã.
            Kamiko por sua vez, jogou-se pela janela e escapou. O rei então jogou Hoyoko (pois também confundira com Kamiko) na escura e assombrada Floresta de Yan Lo, espírito do mal que aprisiona os que ousam lhe desafiar.
            Então, Hoyoko desesperada gritou:
            - Por todos os deuses, quem irá me salvar?
            Então Hoyoko começou a correr de desespero pelo vale escuro, até que ao longe do bosque, avistou uma simples choupana, onde morava o jovem Lírio.
-Olá! Sou a princesa de Hoyoko! Estou perdida neste vale sem fim e com medo do que possa acontecer, será que posso me abrigar aqui esta noite?- disse Hoyoko.
            Ouvindo estas palavras, o jovem logo abriu a porta com um misto de entusiasmo e desespero.
            -Quem é você mero camponês?- exclamou Hoyoko.
            -Meu nome é Lírio, e com certeza tenho espaço para Vossa Majestade aqui hoje!
            E este dia foi se tornando dias, semanas, meses, anos, até que se tornou uma década. Depois disso, Hoyoko finalmente foi pedida em casamento por Lírio, seu novo noivo.
            Decidiram ir até o reino para a princesa dar a boa notícia a seu pai preocupado com seu desaparecimento. Caminharam durante três dias e três noites quando finalmente...
            -Pai, este é meu noivo Lírio, com quem pretendo me casar hoje, ao pôr do sol.
            O rei Seeijo então reconheceu Hoyoko e disse que princesa daquele reino não se casaria com camponês nem que o rei tivesse que trancafiá-la na mais alta torre do castelo para sempre.
            Então, Hoyoko exclamou:
            -Para meu amor se casar comigo darei a tal condição: se ele fabricar sozinho um manto com flagelos e cisnes e que meça um quilômetro de comprimento, o rei deixará meu Lírio se casar comigo!
            E assim foi feito.
            Depois de 20 anos, o camponês teceu por completo seu manto, e demorou mais um ano para chegar ao castelo do rei Seeijo. Assim que chegou, Hoyoko havia morrido. Lírio cobriu sua amada no manto, pegou sua adaga e cravou em seu peito dizendo:
            - Adaga amiga, crave-se em meu coração e aqui enferrujarais pelo resto de todos os tempos!- e assim foi feito.
            E, desde então, os espíritos dos dois vagam pelo Universo, com seu amor proibido.
Glória







As aventuras de Hai-Tai


Há muito, muito tempo, num lugar remoto com montanhas e florestas muito frias, vivia um humilde, porém valente samurai chamado Hai-Tai. Ele era muito leal ao seu país.
Até que um dia, no meio de uma guerra, eles resolveram fazer um ataque surpresa ao inimigo, só que infelizmente eles pensaram na mesma coisa. E aconteceu uma coisa incrível, os inimigos estavam vencendo...
Os samurais tinham a fama de serem invencíveis, mas desta vez eles estavam perdendo. Hai-Tai estava vendo seus amigos serem atingidos um a um. Mas quando os inimigos estavam quase vencendo, uma frota de navios japoneses chegou e derrotou os inimigos.
Todos voltaram para seus lares e os feridos foram medicados. Todos estavam muito felizes, mas os inimigos juraram vingança, porque os poucos guerreiros que voltaram e falaram sobre a derrota, juraram vingança.
Então um tempo depois atacaram de novo só que com mais guerreiros e mais armas. Os japoneses não estavam preparados para o ataque, mas Hai-Tai uns dias antes sonhou com o ataque, então, quando lembrou avisou a todos os guerreiros a tempo de se prepararem.
Os inimigos não esperavam aquilo, então os samurais os derrotaram, e daquele dia em diante Hai-Tai foi lembrado como o “pensador”. 

Guilherme


                            O reino dos dragões


Há mais de 100 anos existia um reino. Esse reino corria grande perigo, pois uma bruxa chamada Yuka guardava extremo ódio pelo ex-imperador de lá, Nakamura, que já houvera falecido, por tê-la trancado em uma pedra.
Diziam que a alma dele ainda vagava pelas montanhas.
Yuka, também aprisionou numa pedra junto a uma cerejeira nas montanhas, a coisa mais preciosa que ele poderia ter, sua filha, a princesa Pô, e só um puro de coração poderia libertá-la e então esse alguém conseguiria o que procurasse.
Ainda possuída pelo ódio, Yuka roubou um dos ofudas [1]de Nakamura e soltou dois dragões para atacar o reino: Yin: o dragão dourado e Yang: o dragão de poeira.
Mesmo sendo irmãos os dois se odiavam e começaram a lutar destruindo tudo o que viam pela frente. O único jeito de detê-los era com uma pedra jade escondida no templo Yaulin no Reino dos dragões.
Um jovem samurai chamado Nori, indignado com as condições de seu reino, partiu em busca da pedra. Preparou-se com a melhor armadura, com as melhores armas e partiu para as montanhas, levando consigo um pergaminho que dizia a localização de Pô.
Assim que chegou à montanha encontrou a cerejeira, que desabou em flores, e das flores surgiu uma linda princesa de longos cabelos pretos, vestindo um quimono [2] inteiramente de seda que lhe disse:
     --O que queres por ter me libertado?
E ligeiro o samurai disse:
     --Quero a localização da pedra jade maravilhosa para salvar meu reino!Sabe onde está?
         --Sei sim! Primeiro terá de ir até o final das montanhas, siga em frente e irá encontrar um pássaro que te guiará. E leve com você a katana [3] do poder, será útil.  E transformando-se em belíssimas pétalas de rosa, desapareceu.

Seguindo o que a princesa havia lhe dito, ultrapassou as montanhas até chegar ao tal pássaro. Assim que Nori chegou, a ave, que estava deitada, se levantou e disse:
     -- É você?O jovem que libertou a princesa?
     --Como sabe quem eu sou? -perguntou.  
--Pô me contou que você viria. Siga-me!
E ele o seguiu até que finalmente chegaram. O pássaro antes de voar disse a ele:
     --Ela está guardada por 100 guerreiros de pedra, uma muralha de aproximadamente 10 metros, um castelo e um imperador.
E dizendo isto o pássaro desapareceu...
Nori combateu os guerreiros um a um, escalou a muralha, se infiltrou no castelo e chegou ao imperador.
Mesmo sendo velho era difícil de negociar, porém, comovido com a história, cedeu à pedra em troca da espada.
Nori fez todo o percurso de volta, mas quando chegou às montanhas viu Yuka segurando Pô pelos cabelos ameaçando  jogá-la do penhasco se ele não entregasse a pedra.
Quando Nori estava pronto para entregar a pedra à princesa interrompeu:
     -- Não! Pelo bem de você e de todos! Não entregue a pedra!
E ele retrucou:
     --Não vou te deixar morrer!
     E retirando do bolso uma faca ela ameaçou:
     --Se você entregar a pedra eu mesma me mato!
Com medo Nori não deu a pedra.
Quando Yuka soltou os cabelos, a princesa se transformou naquele majestoso pássaro e voou.
Enfraquecida, Yuka voltou para a pedra libertando o ex-
imperador.
O samurai voltou para seu reino e lá invocou a pedra que aprisionou os dragões e como mágica desfez os estragos causados por eles.
Todos ficaram muito gratos inclusive o imperador que he concedeu uma medalha e o cargo de guerreiro real e se não bastasse, naquele mesmo dia Pô e Nori se casaram e nunca mais se preocuparam de algum dia reencontrar Yuka.
Jade





[1] Ofudas feitiço escrito

[2] Quimono vestido oriental
[3] Katana espada de origem japonesa






O Reino Proibido
O Equilíbrio Entre Os Dois Mundos


Há muito, muito tempo, dois dragões, o vermelho e o azul, nasceram de uma mesma mãe para manter equilíbrio entre a cidade de Kin Kon. O azul tinha a alma apurada, era de bom coração cuidava da luz do dia onde a alegria era bem-vinda. Chamava-se Ying. Seu irmão se chamava Yang, sua alma queimava como um fogo que não se apagava nem com água. Era a parte escura de todo o Universo e jurou que um dia iria governar a Terra. Ele cuidava da noite onde a felicidade não ousara nem com o fim do mundo.
Depois de um tempo a mãe deles morreu com uma poção venenosa feita por Yang, mas seu irmão achou que tinha sido de velhice.  O pequenino dragão azul ficou muito triste, chorava toda noite desde então. O Yang ficou muito feliz, pois a sua mãe sempre ficava de olho nele e dessa forma ele poderia fazer suas poções em paz e bolar um plano diabólico para dominar o mundo.
Os dois cresceram mais um pouco, depois foi o azulzinho que estava fazendo poções e mágica; não a mágica de mágico, a magia de feitiçaria. No dia seguinte:
- Eureca! Que tal eu fazer algo que possa fazer as pessoas viverem para sempre?
Mas ficou pensativo sobre como iria fazer algo assim. Ele pensou, pensou, pensou, então recebeu uma mensagem do Deus Nakamura para meditar por 100 anos, e assim fez. Meditou por muito tempo até que teve uma ideia maravilhosa: juntar 12 pedras de 14 cavernas e fazer uma única pedra com fogo, para deixar a pessoa que a possuísse imortal.
Durante estes mesmos 100 anos Yang ficou preparando uma coisa para destruir seu irmão, uma poção, para aprisioná-lo em uma jarra grande, gorda, e aí sim conseguir o que estava planejando.
Finalmente, o dragão azul fez sua pedra da imortalidade, pois queria salvar e curar aqueles que estavam doentes ou quase no fim de suas vidas. Tirou a força suficiente da pedra, colocou-a dentro do coração de pessoas que sofriam e no dia seguinte estavamsofriam e no dia seguinte estava imortais e curadas.
Com essa grande realização Ying falou para o povo de Kin Kon que iria fazer uma festa:
- Povo de Kin Kon, amanhã haverá uma festa cheia de enfeites, confetes, serpentinas, macarrão, sushi, missoshiro (uma sopa japonesa) e dragões postiços.   
Quando o dragão vermelho ficou sabendo que haveria uma festa no centro da cidade, ficou feliz, pois esta festa seria uma ótima chance de ele aprisionar Ying. Antes, Yang tinha contratado um guerreiro adolescente que se chama Arthur e gostava de ser chamado de guerreiro de Jade, podia ser pequeno, mas tinha a habilidade de um deus. Ele só escolheu um, entre todos da escola de Kung Fu, porque seu estilo de luta era diferente, sua magia era contra as forças do mal. Yang pediu para Arthur assumir o lugar dele se acontecesse alguma coisa com ele na festa. E assim fez.
Antes da festa o dragão azul esperto, também bolou um plano, já esperando  que seu irmão fosse armar uma, então mandou uma mensagem ao Deus Nakamura para procurar dois homens honestos: um que trabalhesse com ouro e outro que esculpisse.
- Meu Deus, busque esses dois homens para que me façam um bastão de ouro. Este bastão não será qualquer um, será o bastão que lutará por vontade própria. Depois que ficar pronto, traga-o para mim, vou colocar minha magia nele e assim jamais serei vencido por meu irmão.
Na hora da festa todos compareceram, foi maior festança que Kin Kon já tinha visto em três séculos. No meio da comemoração, uma luz forte apareceu. Era o deus trazendo o bastão mágico. Quando Yang viu o majestoso bastão jogou-o para longe, pois sabia que tinha uma magia forte, magia do bem e poderia ser invencível contra sua feitiçaria.
Durante esses minutos o guerreiro de Jade procurou a poção de aprisionar seres vivos  e transformá-los em objetos e colocou nos dois dragões para aprisioná-los por um bom tempo e conseguir ser imortal e rei de Kin Kon.
Depois de 20 anos, um adolescente chamado Max, alto e cheio de paixão por Kung Fu foi viajar com a sua família para o Canadá. Estava no começo de sua viagem e então eles resolveram entrar em uma loja de conveniência e ele viu o bastão, majestoso brilhante e cheio de desenhos esculpidos.  Pediu para a sua mãe comprá-lo, mas ela se recusou, pois achava que estava muito grande para estas coisas.
O dono da loja que se chamava Lin viu que o garoto estava interessado e deu o bastão de presente para ele.
Quando as duas mãos tocaram no bastão eles foram para a cidade de Kin Kon onde a aprendiz de Lin, Pardal, mostrou ao Max o prazer de lutar Kung Fu.
Pouco a pouco o garoto aprendeu a lutar e Lin disse que ele estava pronto para a final da jornada. Ele disse:
- Max, você está pronto para enfrentar o nosso rei, um guerreiro cruel, e libertar Ying e Yang os dois dragões do equilíbrio, e trazer a paz de volta ao nosso povo.  Para matar o rei, você precisará de uma poção pequena, mas forte para matar o rei imortal.
Lin deu o frasco contendo a poção poderosa para Max, e começou a sua jornada. Pardal guiou-o para o Monte Fuji onde se localizava o império de Jade, a partir daí ela não pode mais acompanhá-lo:-
- Max, desculpe-me, mas eu não posso ir além daqui. Você deverá trazer a paz de volta e libertar os dragões.
Quando chegou ao castelo encontrou Yuka, uma bruxa cujo sangue era frio e a alma queimava. Ela queria o bastão para entregar ao rei e ganhar a imortalidade. Eles lutaram e Max estava perdendo, quando ele ouviu uma voz de Lin dizendo para se concentrar, respirar fundo e confiar, e assim fez.
Yuka estava atacando Max e ele rapidamente pegou uma faca do Rei e atacou-a em seu peito matando-a.
Chegou a vez de o Rei ser derrotado. Lin e a Pardal ajudaram Max a derrotar o Rei. Max e o mestre lutavam contra o guerreiro de Jade enquanto Pardal tentava tirar o dragão azul daquele pote, porém o guerreiro Lin foi ferido. Max ficou preocupado, então estourou a jarra e libertou os dois dragões. Quando ele estourou o pote o desespero de Yang foi tanto que o pote explodiu tão forte que acabou machucando Pardal. Max acudiu, porém não adiantou, pois ela estava morta. Ele ficou tão triste, tão chateado, porque estava apaixonado por ela.
 Enquanto isso, os dois irmãos estavam tentando pegar as energias de seus amigos e contratados para ter mais forças para lutar e começou a luta com mordidas, rabadas, arranhadas e magias entre os dragões.
Max começou a lutar também pela honra da garota que amava. De repente Ying derrubou Yang e o garoto pegou a poção em forma de prendedor de cabelo e colocou-a no dragão vermelho. Desta forma finalmente trouxe paz ao povo de Kin Kon. Max cumpriu a sua missão, mas voltou para casa infeliz e solitário até que viu a imagem de pardal em uma de suas  funcionárias e ele ficou feliz com aquela visão.
Essa história é contada de geração a geração para sempre.

Juliana




A Flor de Lótus

Em um belo dia na Índia, no castelo real, havia uma princesa chamada Tsara que sofria, pois seu pai não a deixava se divertir. Em um dia ela perguntou:                                                                                                                                                                                           
- Pai será que posso me divertir lá fora?
-Não, lá fora é perigoso para uma menininha. - disse o rei.
Foi passando muito tempo, a princesa cresceu, virou uma adolescente e perguntou mais uma vez:
-Pai, agora que já estou maior posso sair?
E ele disse:
-Não, mesmo você sendo grande não vou deixar.
A filha, muito desapontada com o pai, foi correndo para seu quarto. Depois percebeu que queria fugir e decidiu que iria se aventurar e voltar sem seu pai perceber, então ela fugiu pela janela e foi para um campo. Ela conheceu muita gente e se divertiu muito.  Enquanto andava, Tsara viu uma flor estranha, mas muito bonita, então decidiu pegá-la, pois era linda. Os ladrões a viram pegando e reconheceram a flor de lótus. Queriam vendê-la para um rico e ganhar fortuna, então a seguiram. Descobriram que Tsara era a princesa então bolaram um plano para roubar a flor. Invadiram o castelo enquanto a princesa dormia, mas quando estavam saindo com a flor, os guardas os pegaram e devolveram a flor para a princesa.
O rei, dessa forma, descobriu que ela havia fugido, mas não brigou com ela e a deixou sair para se divertir, desde que sempre voltasse. Assim, Tsara ficou muito feliz e todos viveram em harmonia.



Lívia Miranda


AS GUERRAS JAPONESAS

         Há muito, muito tempo, Heiko, um samurai muito respeitado e corajoso, foi convocado pelo exército de seu império para poder ajudar a proteger sua cidade das outras mais fortes e resistentes que queriam o domínio de suas terras travando grande guerra entre esses povos.
         Como Heiko era honrado e servidor de sua cidade e de seu governo, não pode negar o pedido de ajuda de seu governante aceitando a oferta e indo combater em todas as batalhas que sucederam saindo-se bem sucedido de todas. Mas, infelizmente, no final de sua quaarta guerra um homem cortou o seu braço direito, deixando-o machucado e sem um braço para lutar a guerra final fazendo com que ele ficasse muito triste e humilhado, pois não participaria da última guerra deixando a sua cidade totalmente vulnerável, a melhor cidade de todas, a WERTY. Então foi direto floresta adentro muito magoado mesmo.
         Mesmo sem a sua arma secreta a cidade de Heiko não arregou e foi à guerra mesmo muito preocupada com Heiko, mas não querendo demonstrar isso foi para a batalha como se nada tivesse acontecido. Quase no final da guerra um vulto apareceu na floresta desviando a atenção de todos. Quando eles notaram que era o corajoso Heiko sua cidade ficou muito feliz e comemorou teriam chances de ganhar a guerra.  Tinham muita fé em Heiko. E assim aconteceu: seu império ganhou a grande guerra e continuou com suas boas e velhas terras.            
Thiago




Akemi

Tanabata, uma mulher calma e pobre, deu a luz a uma menina a que chamou de Akemi que significa linda luz.
Akemi amava bichinhos de pelúcia.
Em um dia ela e a sua mãe foram avisadas de que teria um terremoto. A mãe foi para um lado, e a Akemi para outro. Sua mãe foi parar em um prédio e ela, em uma antiga fábrica de ursos de pelúcia.
No meio de todos aqueles bichinhos achou um que tinha uma gravata vermelha, pegou-o e esperou o terremoto passar.
Logo depois de que havia passado o terremoto, o ursinho falou oi.  Akemi começou a falar sozinha, se surpreendeu, pois o seu ursinho falava.
Ela foi procurar sua mãe em todos os lugares.
Depois ele lhe perguntou por que ela estava chorando e ela lhe explicou toda a história. Ele disse que falava graças a uma deusa que também sabia onde a mãe dela estava.
O ursinho a foi guiando até ela encontrar sua mãe.
No jantar, comeram sushi e deram muitos beijos e abraços.



Luiza



O amuleto

    Em uma floresta escura, estava Carlos que tinha um medalhão muito poderoso que a bruxa Zelda o queria para fazer seu feitiço. Então tentou roubá-lo com sua varinha mágica, para se defender usou o medalhão, mas Zelda conseguiu atingir o pai, e antes que morresse pôs o colar na filha recém nascida e morreu.
    Anos depois a menina que agora era moça morava com o namorado na casa dos pais.
    Finalmente a bruxa descobriu onde a moça morava, a raptou e a levou para sua casa.
    Quando o namorado chegou do trabalho viu o bilhete na geladeira:

    Se a quer de volta venha pegar.”
 
    Saiu correndo da casa e foi até a da bruxa.
    Quando chegou lá teve de distrair a bruxa enquanto sua namorada se soltava. Quando ela se soltou, falou umas e derrotou a bruxa. 
    Então dali em diante eles nunca mais ouviram falar da bruxa Zelda que tinha morrido na batalha.



João Victor


 Era um dia silencioso em Tóquio no ano de 1817. O valente samurai Iwo-Jym acabara de ganhar a batalha Fujykama e quando foi dormir o guarda Imperial o chamou para ir ao palácio:
          -- Só pode ser brincadeira! - pensou
         Ao chegar ao palácio, o Imperador que suava nervoso falou:
          -- S-s-seu I-i-irmão q-q-quer m-m-matar!
          -- O quê! Nym Him vivo?! Pensei que tivesse morrido na batalha Yamaha há dois anos, quando supostamente ele morreu ao cair do monte Tikara.
           -- N-n-não, e-ele co-conjurou Oni!
          -- Meu santo Kami!Eu vou direto ao monte Fuji deve ser lá que estão convocando o exército dos esqueletos infernais!
           --Não sem a armadura dourada do dragão relâmpago!
         -- Ok pode começar a batalha.
         Algum tempo depois, o exército de esqueletos infernais havia chegado perto do palácio quando um raio dourado atingiu o solo fazendo uma neblina que ao poucos foi revelando Iwo-Jym com a katana da fúria relâmpago e destruiu todos num só golpe da katana.
No topo do monte Fuji estava Oni vestindo a armadura infernal com a katana da dor mortal golpeando ele numa luta sangrenta incapaz de se contar. Uma longa batalha que durou  cinco horas, até que uma fincada da katana no coração de Oni fez com que Iwo-Jym saísse pronto para pegar seu irmão que golpeava-o com a espada trovão das trevas também protegido com a armadura das trevas trovão e lutando até a morte, durante cinco longos dias até o golpe certeiro na cabeça cortando a fora. Pela boa lealdade Kami o presenteou com a imortalidade como o grande espírito samurai que anda sempre ajudando os leais do imperador nas batalhas.
Mateus










10 comentários:

  1. P/ quem leu o post da Lívia C. vai curtir bastante o trabalho do grupo dos contos persas. Mas, de qualquer jeito, divirtan-se com nosso trabalho:)!

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  2. A propósito, quem postou isso aí em cima fui eu, tá? (esqueci de assinar o comentário)


    Bjs,
    Be

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  3. Eu estou gostando muito do trabalho com contos de diversos povos!

    Gui

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  4. Oi Bel.Essa parte dos contos de diversos povos é maravilhosa!!!Tambem estou adorando trabalhar com eles(contos) e espero que todo mundo tambem esteja adorando!!!!!!!!
    Bjs
    Helena

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  5. Adorei todos os trabalhos e os achei muito informativo e interessante.

    Giulia

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Todos os trabalhos sao muito interessantes e informativos e voce consegue aprender sobre aquele povo e a caracteristicas do seus contos:
    a cultura, a religiao, seus costumes...
    Bjs Juju

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  8. Sabe Bel essa parte dos contos merece nota 100!!!
    È muito legal!!!!!!!!!!!!
    Bjs
    Helena

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  9. Valeu Giulia, foi mó legal trabalhar com vc a Gabi e o Gui!!!!!Espero trabalhar com vcs de novo!!!!!!@
    Bjs
    Helena

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